Enquanto viajava em um profundo sono, Betine conhecia lugares jamais vistos antes. Quando eu digo "jamais vistos", me refiro ao modo de jamais vistos mesmo. Ou pelo menos por pessoas sãs. Ou ainda, que se dizem sãs. Não que eu me considere alguém louco, mais veja bem, como pode alguém "dormir" por tanto tempo? Bom, talvez ela estivesse em estado de choque, coma ou algo parecido.
- O que isso? Que cheiro é esse? - O velho falou.
- Acredito que venha de lá. - Apontou Bêrnardo.
Era uma garota, mas não uma garota comum. Mesmo com os olhos fechados, podia ver-se por baixo da sua linda pele clara, feito neve, seus olhos azuis de vidro. Parecia estar viva, morta, dois em um, um em dois. Ninguém sabia, nem pensava, apenas suspeitava. Horas depois a guarda local chega ao lugar misteriosamente situado na rua acima, melhor dizendo no bairro inferior, na cidade distante. Acho que esqueci de dizer que a garota não era de lá.
- Ela está viva. - Exclamou a policial. - Viva como pedra! - E sorriu.
- Melhor leva-lá ao hospital de Wall, eles saberão como protege-lá. Além do que, é o mais perto daqui. Estou certo?
- Talvez, talvez, talvez. Aquela gente é mais louca que o pessoal do hospício. Vamos prosseguir, está anoitecendo rápido, os sinais do inverno conversam comigo e logo a rodovia lota.
Achei estranho dizer aquilo da rodovia. Nunca vi lotada, seja nos finais de semana, em horários diários de passagem. O jovem logo chegou a sua cabana. Já morava ali a algum tempo. Dizia ser um lugar "purificado", afastado de todo o mal ganancioso das grandes metrópoles.
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Continua...
domingo, 19 de abril de 2009
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ameeeeeeei demais *-*
ResponderExcluirNoosaaa muito show, adorei e to louquinha pra saber o desenrolar desta hestória já sou sua fã!!!!!!
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